Uma prima perguntou-me há dias se sabia bem ter quem me fizesse tudo, nem que fosse só por uns dias. A resposta é sim. Sim, sim, sim. Nem podia deixar de ser. Tirar (quase) umas mini-férias de (quase) tudo, incluindo as birras das sopas, dos banhos, do acordar de manhã, é bom. É muito bom.
Mas regressar a casa, oh! regressar a casa é o melhor do mundo. Mesmo quando se vai de férias.
Primeiro: aqui em casa há muito menos televisões - e estão desligadas. A não ser que as piruças estejam a ver desenhos animados... o que é quase sempre. Lá, só na sala, há três televisões. A sério. Uma na parte de sala de estar, uma na sala de jantar e uma a meio - para as meninas, as minhas meninas... E o pior de tudo é que chegam a estar ligadas as três... ao mesmo tempo. (Fora a da cozinha...) E o pior é que a das meninas dá a Pipi das Meias Altas pelo menos uma vez por dia. Descontando a minha implicância, mais que justificada, diga-se de passagem, com aquela pré-adolescente hippie, concordem: a música é de dar nos nervos.
E eu que gosto tanto do silêncio...
E depois, por mais que estejamos à vontade - e estávamos, todos, por mais que tenhamos tudo, e tínhamos, there's no place like home.
Não há nada como estar em casa.