Eu tinha de ter um leitor de livros electrónicos. Que é como quem diz: eu tinha de ter um e-reader.
Depois de muita pesquisa, escolhi o nook, da Barnes & Noble. Escolhi capa e tudo. Só que não vendem para a Europa. Mais: deixam instalar o desktop reader, mas não deixam comprar livros, se se estiver registado fora dos Estados Unidos.
O Kindle, da Amazon, baixou de preço e eu perdi a cabeça. Literalmente. Ou, como dizia uma amiga, perdi o amor a uns euritos. Estou completamente apaixonada pelo meu Kindle. Tenho uma capa da M-edge: New Yorker Sunday in Central Park e levo-o comigo para todo o lado. Quer dizer: todo o lado.
Efeitos colaterais:
1. estou muito mais viciada no Facebook do que alguma vez estivera;
2. estou perita em programas que convertem todo o tipo de ficheiros para formatos reconhecíveis pelo Kindle.
Adoro.
Depois de pesquisar ainda muito mais, cheguei à conclusão de que o Kindle é de facto o melhor ereader do mercado. Bate o nook 5-0, num teste de funcionalidades muito básicas, completamente necessárias a qualquer leitor. Como procurar uma palavra no dicionário.
E sim, leio muito mais, especialmente na cama. A sério que é mais prático. Com um livro, temos de permanentemente ajustar a nossa posição, ou a posição do livro, o que dá no mesmo. Com o Kindle, é só carregar no botão. Está sempre na posição perfeita.
Obrigada, Amazon!
E obrigada também à Barnes & Noble, por não vender o nook para a Europa. Eu teria feito uma grande asneira.